sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Mary Katrantzou | Verão 2012

Eu já avia falado antes de Mary Katrantzou pra vocês , selecionei duas produções lindas para alegrar o seu visual , essa é a prova de que duas estampas de flores diferentes combinam muito bem juntas !!! ;D Inspire-se!!!


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Boy & Bear



       A Austrália anda me impressionando muito ultimamente quanto a música , começando por Kimbra que me deixa no alto sempre  que escuto e agora acabei de ouvir uma banda que me agradou por de mais !!!
      A banda é formada por   (Dave Hosking, Jake Tarasenko, Killian Gavin, Tim Hart & Jon Hart) e se chama Boy & Bear , o nome soa engraçado , mas vamos largar de preconceito e focar na música por que os caras entendem de verdade!!!  Todos são indivíduos muito talentosos e focados para trabalharem juntos   com o intuito de criar um som ótimo e bonito, sendo  que a maioria dos músicos não estão com essa vantagem hoje em dia  . 
      Eu absolutamente amo a presença do  folk no vocal , sendo bastante harmônico e envolvente . É um som  revigorante que deve ser atraente para quem tem ouvidos para apreciar . Hoje eu acordei com necessidade de ouvir uma música nova  que me causasse um sentimento de mudança, planos pra fazer daqui pra frente e encontrei , me envolvi completamente pela música Rabbit Song e percebi que a letra tinha tudo a ver com o momento pelo qual eu estou passando .
     Penso  que eles  estão no caminho certo pra ver a carreira decolar, porque toda vez que eu os ouço  me deixaram querendo ouvir mais e mais!!!
     Outro detalhe importantissimo !!!A banda já abriu shows dos  Mumford and Sons  e Angus and Julia Stones, da pra ver que eles não estão de brincadeira por ai . Se você ainda não teve o prazer de ouvir o som deles, sugiro fazê-lo AGORA!!!  Imediatamente e espero que gostem como eu gostei também e  posso quase garantir que você não será desapontado , quase né , por que gosto é gosto e não se discuti !!!.xD huahauhauhau






segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Elizabeth Olsen



Por mais que a carreira de Elizabeth  Olsen tenha brilhado só  agora aos 22 anos, diferente de suas irmãs mais velhas Mary Cate e Ashley Olsen que começaram des de que nasceram , Elizabeth  se prepara para uma temporada de prémios que anda concorrendo por  e ser dita como o futuro de uma nova geração de atrizes de muito talento , lembrando que suas irmãs nunca fizeram um filme no qual Elizabeth tenha feito. Recentemente ela brilhou no Festival de Sundance este ano com Red Lights  um filme de Rodrigo Cortés, ao lado de Robert De Niro e Sigourney Weaver. Além disso, ela assinou contrato para estrelar ao lado de Glenn Close no drama de Thérèse Raquin.



Confira o  editorial da bela Elizabeth Olsen feito pelo fotografo Michael Fassbender para a Interview magazine.A  mais jovem irmã Olsen é retratada com o seu olhar sensual em preto e branco !!!

http://www.interviewmagazine.com/film/elizabeth-olsen#slideshow_34276.2

Martha Marcy May Marlene.



Os filmes de Mary-Kate e Ashley Olsen  marcaram a minha infância como  de outros jovens também ,mas pra quem acompanhou  os seus filmes percebemos que  elas nunca entraram em um filme tão sério ou tão cativante  como este “Martha Marcy May Marlene”,  um filme dramático que inicia a carreira da irmã mais nova ,Elizabeth Olsen , como atriz . O trabalho de  Elizabeth  é fantástico, parabenizando  também o realizador  da obra toda (Sean Durkin), que criou uma história intensa e relativamente emotiva que se foca em Martha (Elizabeth Olsen), uma jovem que procura trazer de volta sua vida normal depois de conseguir fugir de uma seita e do seu carismático líder, no entanto,  o medo se torna crescente pelo medo de ser encontrada e assassinada, desencandeando um grave  estado de paranóia e pânico que a deixa a beira da insanidade !


Sinopse :A narrativa de “Martha Marcy May Marlene” relata-nos a história fictícia de Martha May (Nome na Sociedade) / Marcy May (Nome no Culto), uma adolescente muito difícil que sofreu vários abusos emocionais e intelectuais durante os dois anos que esteve ao “cuidado” de uma seita rural nas Montanhas de Catskill em Nova York, tendo agora muitas dificuldades em funcionar correctamente na sociedade “normal”, como tão bem demonstram os seus estranhos hábitos e condutas na casa da sua irmã mais velha (Sarah Paulson). Os vários flashbacks mostram-nos que ela começou por estranhar a dinâmica sociocultural do pequeno grupo que a acolheu/ recrutou, mas os encantos do seu carismático líder, Patrick (John Hawkes), acabaram por convence-la a aceitar os estranhos rituais machistas e sexuais do culto, no entanto, um evento traumático acabou por faze-la ver a verdadeira essência violenta e criminosa da sua nova “família”, levando-a por isso a abandona-la e a recorrer à única família que lhe resta, uma irmã mais velha que não sabe onde ela esteve durante os últimos dois anos e que estranha de imediato as suas bizarras atitudes. A medida que o filme se desenvolve, Martha/ Marcy vai ficando cada vez mais paranóica e passa mesmo a acreditar que o culto a vai encontrar e matar, tendo mesmo várias ilusões e crises emocionais que levam a sua irmã a tomar a difícil decisão de a internar num manicómio, no entanto, a conclusão do filme parece revelar-nos que ela até tinha razões para estar preocupada com a sua segurança, porque é nos dado a entender que vários membros do culto estavam a seguir todos os seus passos. Sean Durkin utiliza este fortíssimo drama fictício de Martha/ Marcy para nos alertar para os vários perigos dos cultos organizados (religiosos e/ ou sociais), que infelizmente continuam a proliferar em todo o mundo. O culto retratado neste filme é muito semelhante à maioria das seitas actuais, onde normalmente encontramos um líder carismático que utiliza o seu charme para convencer pessoas com dificuldades financeiras e/ou emocionais a aderirem à sua filosofia de vida, levando-os muitas vezes à miséria, loucura ou morte. A análise de Durkin a esta difícil e controversa temática é feita de uma forma soberba e cuidada, mas é a sua abordagem ao progressivo atrofiamento/ deterioramento psicológico de Martha/ Marcy que mais salta à vista, assumindo-se mesmo como o melhor e mais intenso elemento narrativo desta obra indie, que em nenhum momento é enfadonha ou confusa.



É impressionante  o seguimento narrativo e a realização do trabalho de Durkin . Durkin se destaca pela sua habilidade e talento no controle da câmara que  capta  várias cenas de luxo, destacadas pela beleza de Elizabeth que nos envolve com sua interpretação  intensa e incerta. Os detalhes de cada cena são de cativar , principalmente no cuidado que se dedicou  em não insinuar demasiado melodrama à saga de Martha/Marcy. Este maravilhoso cineasta ajudou muito Elizabeth Olsen a se sobressair como atriz dando o seu melhor , é verdade que ainda não possui tanta experiência na área , mas as apostas são grandes de que  Elizabeth pode-se tornar  em uma das actrizes mais influentes e brilhantes de sua geração.


Confira o Trailer :